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| A imaginação no processo de aprender química | Autores: Priscilany Santos (UFPA - UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ) ; Andrela Parente (UFPA - UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ) |
Resumo: O presente estudo discute sobre a falta de interesse dos estudantes pela aprendizagem em química, argumentando a importância da imaginação no processo de aprendizagem. Busca possíveis caminhos para enfrentar ao problema do desinteresse evidenciado nas pesquisas da área de ensino de ciências e sustentado no estudo da teoria da subjetividade. Partindo de alguns indicadores, um modelo teórico hipotético foi construído a partir dos significados elaborados sobre o tema para investigar a produção de sentidos subjetivos de estudantes da educação básica sobre o aprender química. A teoria da subjetividade de González Rey (2005) é utilizada para fundamentar o problema que é de ordem da subjetividade dos sujeitos. Entre os possíveis caminhos indicamos resposta ao problema e resgata o sujeito no processo de aprender em que a curiosidade, a prática investigativa, os aspectos diferentes do conhecimento químico, a diversidade de estratégias promovem a imaginação e contribuem no processo de aprendizagem dos estudantes. Palavras-chave: imaginação, investigação, aprendizagem |