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| Mapeando as formas de conhecimento de estudantes de ensino médio: Existe diferença entre os gêneros? | Autores: Laís Gedoz (UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul) ; Alexsandro Pereira de Pereira (UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul) ; Daniela Borges Pavani (UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul) |
Resumo: Atualmente a participação feminina nas áreas relacionadas às Ciências Exatas ainda é muito baixa. Um dos obstáculos que dificultam sua participação pode ser a forma como são ensinados os conteúdos dentro da sala de aula. De acordo com a literatura internacional, as mulheres em geral possuem uma forma de conhecer mais conectada que os homens, e esse tipo de conhecimento é desvalorizado pelas instituições. O objetivo deste trabalho é mapear qual a forma de conhecer – Conectado ou Separado – que estudantes de ensino médio de uma escola pública da zona sul de Porto Alegre-RS se identificam, analisando se existem diferenças entre meninas e meninos. Para entender essas questões, foi aplicada a ferramenta Attitudes Toward Thinking and Learning Scale (ATTLS) para 226 estudantes. Os resultados mostram que existem diferenças entre gêneros. Assim, os estudos de gênero que identificam formas de conhecimento podem contribuir para um ensino mais justo e igualitário. Palavras-chave: gênero, formas de conhecimento, ensino de ciências
Agência de fomento: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – Brasil (CAPES) |