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| Significando o conceito de atrito e tração em rodas através da Teoria da Atividade de Vigotski e Leontiev para crianças com Deficiência Visual | Autores: Angélica Ferreira Beta Monteiro (FIOCRUZ - Fundação Oswaldo Cruz, IBC - Instituto Benjamin Constant) ; Bernardo Alves Copello (FIOCRUZ - Fundação Oswaldo Cruz) ; Sofia Castro Hallais (FIOCRUZ - Fundação Oswaldo Cruz) ; Maria da Conceição de Almeida Barbosa Lima (FIOCRUZ - Fundação Oswaldo Cruz) |
Resumo: Este trabalho apresenta considerações sobre uma atividade realizada na oficina “Aprendendo Ciências de um jeito diferente” e é parte de uma pesquisa sobre ensinar Física através da Teoria da Atividade. Essa oficina atende alunos com deficiência visual matriculados do terceiro ao quinto ano do Ensino Fundamental, em um instituto especializado. Abordamos o conceito de tração em rodas e atrito, a partir de perguntas problematizadoras, propostas após observação do funcionamento de um carrinho a pilha e uma maquete tátil-visual, apresentada no final como uma síntese de tudo que foi discutido durante a oficina. Filmamos toda a atividade, posteriormente assistimos e transcrevemos os trechos mais significativos. Usamos como referencial os pressupostos histórico-cultural, mais precisamente a Teoria da Atividade, proposta por Vigotski e Leontiev. Tal teoria defende que há uma ligação entre a reflexão, o desejo e a ação, no qual a aprendizagem e o desenvolvimento surgem a partir desses processos integrados. Palavras-chave: Teoria da Atividade, Ensino de Física, Deficiência Visual |