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| Afrofuturismo como plataforma para promoção de relações étnico-raciais positivas no ensino de ciências | Autores: Mateus Dumont Fadigas (CJCC- FEIRA - Centro Juvenil de Ciência e Cultura - Feira de Santana) ; Claudia Sepúlveda (UEFS - Universidade Estadual de Feira de Santana) ; Jacqueline Melo de Souza Morais (CJCC- FEIRA - Centro Juvenil de Ciência e Cultura - Feira de Santana) ; Maura Evangelista dos Santos (CJCC- FEIRA - Centro Juvenil de Ciência e Cultura - Feira de Santana) |
Resumo: Pessoas negras foram apagadas da história da ciência e das narrativas criadas pelas “indústrias do futuro”. Passados quinze anos da promulgação da Lei 10.639/03, é tímida no ensino de ciências a promoção da educação das relações étnico-raciais. Nosso objetivo é relatar brevemente a pesquisa em que produzimos fundamentos teóricos para planejamento de intervenções promotoras da educação das relações étnico-raciais baseadas no afrofuturismo. Trata-se da primeira etapa de uma pesquisa em design educacional, em que, com base em revisão de literatura, exame do contexto e diálogo com o saber docente, foram elaborados cinco princípios de desenvolvimento que orientarão intervenções educacionais a serem aplicadas em sala de aula, gerando informações para validar esses princípios, respondendo a questão de pesquisa: Quais características são recomendáveis a uma intervenção educacional sobre “Afrofuturismo e a participação de pessoas negras na ciência” para promover educação das relações étnico-raciais, no contexto do ensino de ciências da educação básica?. Palavras-chave: afrofuturismo, educação das relações étnico-raciais, ensino de ciências |