Poster (Painel)
1746-1 | QUANDO AMAZÔNIA É MAIS QUE FLORESTA NA EDUCAÇÃO AMBIENTAL | Autores: | Mônica Costa 1, Silvia Chaves 2 1 UEA - universidade do estado do amazonas , 2 UFPA - Universidade Federal do Pará |
Resumo: Este artigo é parte de uma tese de doutoramento que teve como objetivo central problematizar a Amazônia produzida nos materiais institucionais das secretarias de educação do Amazonas, assim como seus atravessamentos por enunciados de diferentes campos discursivos tais como mídia, literatura, música, economia, religião. A empiria assumiu como materialidade disparadora os materiais institucionais dessas secretarias, como editais de financiamento e os modos de atravessamento desses enunciados em outras materialidades discursivas por meio das quais também se produzem e circulam enunciados sobre a Amazônia. Discurso, saber, poder e subjetivação, são ferramentas tomadas de Foucault para empreender as análises, no propósito de desnaturalizar as descrições e definições que determinam supostas verdades, modos de ver/ dizer a Amazônia. A trama enunciativa fabrica uma Amazônia Miúda que resiste em ser vista apenas por sua natureza e dá visibilidade a outros aspectos que também compõe a Amazônia e atuam na produção de uma Amazônia múltipla. Palavras-chave: educação em ciências, educação ambiental, amazônia |