Poster (Painel)
1428-1 | Comunidade de Prática no contexto de Educação Não Formal: a constituição do repertório compartilhado de mediadores na Estação Biologia | Autores: | GRIECO, A.1, CAVALCANTE, A. S1, SOARES, B. F.1, VIEIRA, N. dos S. S1, Rafael Pelletti Fidelis Lopes1, SATO, M. K.1 1 IB-USP - Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo |
Resumo: Educação não formal está no continuum entre educação formal e informal (ROGERS, 2004). Espaços de educação não formal podem se organizar como Comunidades de Prática (CoP), sistema de aprendizado social caracterizado por domínio, comunidade e prática. Prática pressupõe repertório compartilhado, constituído por reificação e participação (WENGER, 1998). Analisamos estratégias dos mediadores da Estação Biologia (EB) para verificar se são ações reificadas, como define Wenger (1998), e qual a sua relação com a participação dos mediadores. Foram analisadas duas visitas com a oficina Trilha da Biodiversidade. A EB foi estudada devido a formação e autonomia dos monitores e caracterização enquanto CoP e espaço de educação não formal e não-museal (BIASUTTI, 2014). As estratégias utilizadas são reificadas, mas não necessariamente descritas em documentos internos. Conclui-se que participação é tão fundamental quanto reificação na construção do repertório compartilhado e que negociação de significados é de extrema importância para a consolidação de uma prática. Palavras-chave: reificação, participação, estratégias de mediação, negociação de significados |