ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>VIII ENPEC</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>VIII ENPEC</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:1720-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b>Oral (Tema Livre)</b><br><table width="100%"><tr><td width="60">1720-2</td><td><b>Olimpíadas x atividades cooperativas na educação: o que está em jogo nesse debate?</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td><u>Maria das Mercês Navarro Vasconcellos </u> (FIOCRUZ - Fundação Oswaldo Cruz) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O texto fundamenta-se no materialismo histórico-dialético e propõe um debate sobre a realização de atividades de competição e olimpíadas escolares dentro de políticas públicas que buscam promover a inclusão social. Argumenta existir incoerência entre o objetivo da inclusão social e a competição. Defende que no âmbito dessas políticas é mais coerente utilizar a estratégia da cooperação evitando classificar e/ou eliminar participantes durante atividades educacionais. Propõe que a política da inclusão social cultive uma cultura de trabalho cooperativo utilizando atividades educacionais nas quais o desafio não seja um participante vencer o outro e sim o de todos unidos vencerem um problema que eles têm em comum. Essa cultura de valorização dos interesses coletivos é necessária para a luta contra a desigualdade social e a cultura da meritocracia que a reforça. O texto provoca reflexões que podem subsidiar a construção de políticas públicas, enquanto indutoras de processos emancipatórios no campo da educação.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;Educação emancipatória, Educação ambiental, Educação em ciências, Olimpíadas escolares, Atividades cooperaivas</td></tr></table></tr></td></table></body></html>