ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>VIII ENPEC</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>VIII ENPEC</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:1715-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b>Oral (Tema Livre)</b><br><table width="100%"><tr><td width="60">1715-1</td><td><b>Limites e possibilidades no uso de um jardim botânico para o ensino de evolução</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td><u>Roni Ivan Rocha de Oliveira </u> (UNB - Universidade de Brasília) ; Maria Luíza de Araújo Gastal (UNB - Universidade de Brasília) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A evolução é um tema muito importante para as ciências biológicas. Porém, existem diferentes problemas relacionados ao ensino e à aprendizagem deste assunto na educação básica e superior, o que evidencia a necessidade de uma atenção especial para o seu ensino. Neste sentido, o uso de estratégias diversificadas, como aulas de campo, desponta como uma alternativa que pode contribuir com a melhoria deste cenário. Buscando vislumbrar o Jardim Botânico de Brasília como espaço para o ensino de evolução, investigamos a possibilidade de aplicação de conceitos evolutivos em aulas de campo com base em uma pesquisa realizada com estudantes do penúltimo e do último semestre do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas da Universidade de Brasília, utilizando-se da técnica observação-participante em um curso de extensão. Constatamos a possibilidade de abordagem de diferentes conceitos relacionados direta ou indiretamente à evolução nas discussões que foram suscitadas no campo.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;Jardim botânico, biologia evolutiva, aulas de campo, espaços não formais, ensino de evolução</td></tr></table></tr></td></table></body></html>