ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>VIII ENPEC</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>VIII ENPEC</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:1667-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b>Oral (Tema Livre)</b><br><table width="100%"><tr><td width="60">1667-1</td><td><b>Tempo Geológico nas perspectivas histórica, epistemológica e sócio-cultural: resultados de uma pesquisa transnacional</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td><u>Nelio Bizzo </u> (USP - Universidade de São PAulo) ; <u>Jeferson Oliveira </u> (UNINOVE - UNINOVE) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Este trabalho apresenta os resultados de pesquisa a partir de uma abordagem dual. A História da Ciência forneceu elementos que demonstram que a concepção de tempo profundo foi um passo muito importante na direção da elaboração de uma perspectiva evolutiva. De outro lado, procuramos evidenciar as concepções de tempo geológico elaboradas por jovens estudantes que vivem em regiões de jazigos fossilíferos, inclusive alguns considerados críticos em termos históricos, em especial na região do Vêneto na Itália. Um debate extremamente inovador na virada do século XVIII estabeleceu as bases das teorias modernas da evolução. Cinco localidades foram escolhidas, três no Brasil e duas na Itália, onde 39 estudantes (idade média=11 anos) foram entrevistados. Neste artigo apresentamos os resultados das entrevistas, ao lado de uma releitura do desenvolvimento histórico da concepção de tempo geológico levando em consideração contribuições de autores raramente citados na bibliografia educacional. </font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;Tempo Geológico, Evolução Biológica, Ensino-Aprendizagem de Evolução</td></tr></table></tr></td></table></body></html>