ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>VIII ENPEC</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>VIII ENPEC</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:1665-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b>Oral (Tema Livre)</b><br><table width="100%"><tr><td width="60">1665-1</td><td><b>Percepções sobre Alimentação e Merenda entre os atores sociais de uma escola: limites e possibilidades para educação em saúde</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td><u>Fernanda Roberta Daniel da Silva Portronieri </u> (NUTES - Núcleo de Tecnologia Educacional para a Saúde) ; Alexandre Brasil Carvalho da Fonseca (NUTES - Núcleo de Tecnologia Educacional para a Saúde) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O Programa Nacional de Alimentação Escolar tem como um dos seus objetivos a construção de hábitos alimentares saudáveis, sendo desejável a existência de processos educativos que promovam trocas entre questões relacionadas à alimentação, ao ensino de ciências e outros espaços de ensino-aprendizagem. Mas qual o papel do PNAE para seus atores sociais? Essa questão é discutida através dos resultados de uma etnografia escolar, com duração de 9 meses, que contemplou as aulas de ciências e educação física, a merenda e outros espaços de socialização. A merenda emergiu como um importante elemento de demarcação de identidade e diferença entre os alunos, por ser considerada um suporte nutricional destinado aos mais necessitados. Além disso, é discutida a prática educativa em saúde a partir das percepções sobre alimentação. Conclui-se com a importância da escola oferecer oportunidades de desenvolver pensamentos e atitudes críticas com relação à alimentação e às questões de identidade e diferença.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;Educação em Saúde, Programa Nacional de Alimentação Escolar, Formação de Identidade</td></tr></table></tr></td></table></body></html>