ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>VIII ENPEC</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>VIII ENPEC</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:1462-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b>Oral (Tema Livre)</b><br><table width="100%"><tr><td width="60">1462-2</td><td><b>Implementação da Modalidade Semipresencial em uma Disciplina de Bioquímica: Análise das Percepções de Alunos do Curso de Medicina</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td><u>Rosilaine de Fátima Wardenski </u> (UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro) ; Miriam Struchiner (UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro) ; Marina Bazzo de Espíndola (UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina) ; Taís Rabetti Giannella (UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Este trabalho tem como objetivo analisar as percepções de alunos do primeiro período de medicina da UFRJ sobre a implementação da modalidade semipresencial na disciplina Bioquímica I. No primeiro semestre de 2009, três professores da disciplina utilizaram a Ferramenta Constructore para desenvolverem ambientes virtuais de aprendizagem (AVAs), com diferentes recursos e atividades, de apoio aos Blocos I, II e IV. O estudo foi realizado com 49 alunos, com base nas respostas a um questionário semi-aberto. Os resultados apontam que, em geral, os alunos avaliaram positivamente a experiência com a modalidade semipresencial, indicando que os AVAs facilitaram a aprendizagem ao longo da disciplina. Grande parte dos alunos relatou que o acesso aos materiais disponibilizados nos três blocos possibilitou o aprofundamento na aprendizagem da bioquímica e a autonomia de estudo. Por outro lado, os alunos apontaram que os AVAs poderiam ter sido mais utilizados para facilitar a comunicação.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;Modalidade semipresencial, Tecnologias de informação e comunicação, Ensino de Bioquímica, Percepções de alunos</td></tr></table></tr></td></table></body></html>