ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>VIII ENPEC</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>VIII ENPEC</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:1376-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b>Oral (Tema Livre)</b><br><table width="100%"><tr><td width="60">1376-1</td><td><b>COTIDIANO E CONTEXTUALIZAÇÃO NA EDUCAÇÃO QUÍMICA: DISCURSOS DIFERENTES, SIGNIFICADOS PRÓXIMOS</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td><u>Laís Basso Costa-beber </u> (UNIJUÍ - Univ. Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul) ; <u>Otávio Aloísio Maldaner </u> (UNIJUÍ - Univ. Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A contextualização é defendida em documentos oficiais e em trabalhos atuais da área da educação em ciências como possibilidade de melhorar a qualidade da Educação Básica. Os significados atribuídos a esse conceito ainda são pouco convergentes em documentos oficiais e na literatura educacional, mesmo que alguma estabilização de sentido já possa ser identificada. Nos documentos omitem-se discussões acerca do cotidiano que poderiam estar associadas à ideia de contextualização. Em pesquisas atuais, ressaltam-se diferenças entre os dois conceitos, deixando de fazer análises mais cuidadosas. Dois trabalhos publicados na última década do século passado, que descrevem propostas de educação em Química com o foco no cotidiano, foram investigados com a finalidade de ver como elas se relacionam à ênfase atual na contextualização. Foram evidenciadas semelhanças entre os dois conceitos. Infere-se que novas sínteses sobre práticas pedagógicas não devem suplantar ou negar propostas anteriores e que muito se pode aprender levando-as em consideração.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;polissemia, reorganização curricular, significação conceitual</td></tr></table></tr></td></table></body></html>