ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>VIII ENPEC</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>VIII ENPEC</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:1253-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b>Oral (Tema Livre)</b><br><table width="100%"><tr><td width="60">1253-1</td><td><b>O PROFISSIONAL DE MEDICINA E SUA FORMAÇÃO: SIGNIFICADOS CONSTRUIDOS POR MILITANTES ESTUDANTIS DA UFRJ.</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td><u>Adriana Arrigoni </u> (NUTES/UFRJ - Núcleo de Tecnologia Educacional para a Saúde / UFRJ) ; <u>Vera Helena Ferraz de Siqueira </u> (NUTES/UFRJ - Núcleo de Tecnologia Educacional para a Saúde / UFRJ) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Esta pesquisa visou analisar significados construídos por estudantes militantes do Centro Acadêmico Carlos Chagas (CACC), da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a respeito da formação médica, discutindo as implicações do poder médico, conforme formulações foucaultianas, na construção das identidades e cidadania desses futuros profissionais da saúde. Trata-se de estudo qualitativo, no qual utilizamos seis entrevistas semi-estruturadas com militantes atuais e recentes do CACC. Os resultados evidenciaram que embora algumas falas dos militantes reproduzam a imagem de superioridade da Faculdade de Medicina, os entrevistados percebem criticamente que a Faculdade de Medicina, através de sua cultura e inclusive dos docentes, reforça a identidade de poder do médico na sociedade, tendendo desta forma a estimular a formação de profissionais que se identifiquem muito mais com o mercado e pouco preocupados em perceber a importância que a saúde pode ter na transformação dos indivíduos e da sociedade.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;formação médica, movimento estudantil, poder</td></tr></table></tr></td></table></body></html>