ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>VIII ENPEC</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>VIII ENPEC</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:1138-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b>Mini-comunicação</b><br><table width="100%"><tr><td width="60">1138-1</td><td><b>Diferentes estratégias para a divulgação científica em espaços não formais de ensino</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td><u>Maria Celina Piazza Recena </u> (UFMS - Universidadde Federal Mato Grosso do Sul) ; Milton Basto Lira (UFMS - Universidadde Federal Mato Grosso do Sul) ; Luiz Eugenio de Arruda (UFMS - Universidadde Federal Mato Grosso do Sul) ; Dalva Mariana Affonso (UNESP - Universidfade Estadual Paulista - Bauru) ; Vinícius Sementili Cardoso (UNESP - Universidfade Estadual Paulista - Bauru) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Este simpósio temático tem por finalidade discutir diferentes estratégias para a divulgação científica em espaços não formais de ensino, por exemplo, jardins botânicos, trilhas interpretativas, instalações científicas, mídias digitais, etc.. Cada um destes espaços requer uma metodologia de trabalho. Pensamos que a proposta de Paul Feyerabend do pluralismo metodológico seria um instrumento de análise adequado para trabalhos de Ensino de Ciências nestes espaços. O que torna a atividade nestes espaços enriquecedora é o diálogo estabelecido entre diferentes pretensões de interpretação do ambiente, cada um ao seu modo, pressionando as demais para se estruturarem cada vez mais e oferecerem aos participantes da atividade uma maior cadeia de saberes, desta vez articulados num conjunto mais amplo e variado de significados.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;Ensino de ciências, Espaços não formais, Divulgação científica, Estratégias de divulgação</td></tr></table></tr></td></table></body></html>