ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>VIII ENPEC</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>VIII ENPEC</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:1121-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b>Oral (Tema Livre)</b><br><table width="100%"><tr><td width="60">1121-1</td><td><b>TRADIÇÃO MAXAKALI E CONHECIMENTO CIENTÍFICO NA INTERPRETAÇÃO DE UM EVENTO COTIDIANO</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td><u>Katia Pedroso Silveira </u> (COLTEC/UFMG - Colégio Técnico da Universidade Federal de Minas Gerais / FAE/UFMG - Faculdade de Educação da Univ. Federal de Minas Gerais) ; Eduardo Fleury Mortimer (FAE/UFMG - Faculdade de Educação da Univ. Federal de Minas Gerais) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Buscando elementos que favoreçam o ensino de ciências em escolas indígenas, procuramos encontrar convergências entre a tradição Maxakali e o pensamento científico. As ideias propostas por Viveiros de Castro (2002) sobre o pensamento ameríndio nos auxiliaram a compreender a visão de mundo deste povo. Analisamos aulas de química com alunos/professores Maxakali e constatamos que existem situações em que as explicações científicas e as tradições Maxakali convergem, favorecendo a construção do conhecimento científico, e outras em que isso não acontece. Neste artigo, apresentamos um episódio em que as explicações tradicionais inicialmente nos levaram a enxergar convergências com o pensamento científico. Entretanto, uma análise mais detalhada nos fez reconhecer significativas divergências entre eles. Concluímos, então, que é fundamental que haja um envolvimento do formador não-índio no sentido de compreender o universo indígena para que se possa estabelecer intercompreensão intercultural (Gasché, 2004), um possível caminho para o ensino de ciências nas escolas indígenas.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;ensino de química, ensino de ciências, educação indígena, transformação, maxakali</td></tr></table></tr></td></table></body></html>