ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>VIII ENPEC</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>VIII ENPEC</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:1012-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b>Poster (Painel)</b><br><table width="100%"><tr><td width="60">1012-1</td><td><b>O aluno surdo nas escolas regulares: dificuldades na inclusão</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td><u>Jaqueline Santos Vargas </u> (UFMS - Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) ; Shirley Takeco Gobara (UFMS - Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Este trabalho tem como objetivo investigar a inclusão de alunos surdos nas escolas públicas de Ensino Médio de Campo Grande-MS e as dificuldades para a aprendizagem de física. Esse artigo apresenta a situação de um aluno surdo da segunda série do Ensino Médio. Foram observadas, nessa investigação qualitativa, algumas aulas e realizadas entrevistas semi-estruturadas com o professor de física, o intérprete, o coordenador e o próprio aluno. Os resultados evidenciaram que o intérprete atende todas as matérias e não domina os conteúdos de física dificultando a compreensão dessa matéria e o professor desconhece a linguagem dos sinais. Do ponto de vista social, esse aluno manifestou ter uma relação afetiva muito grande com essa escola e boas relações com os seus colegas e professores, mas as condições oferecidas pela escola não favorecem o desenvolvimento das potencialidades cognitivas do aluno inviabilizando a inclusão como é sugerida pelas leis brasileiras de inclusão.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;Alunos surdos, aprendizagem, ensino de física, inclusão educacional</td></tr></table></tr></td></table></body></html>