ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>VIII ENPEC</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>VIII ENPEC</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:929-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b>Oral (Tema Livre)</b><br><table width="100%"><tr><td width="60">929-1</td><td><b>ESTRATÉGIAS VISUAIS DE COMUNICAÇÃO NA CONSTRUÇÃO DE UMA REALIDADE QUÍMICA: ANÁLISE SEMIÓTICA DAS ILUSTRAÇÕES EM LIVROS DIDÁTICOS AO LONGO DO SÉCULO XX</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td><u>Karina Aparecida de Freitas Dias de Souza Souza </u> (IFSP - Instituto Federal de São Paulo / USP - Universidade de São Paulo) ; Paulo Alves Porto Porto (USP - Universidade de São Paulo) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A análise iconográfica e textual de 32 obras destinadas ao ensino de química geral nas universidades brasileiras durante o século XX permitiu identificar diferentes tendências para o ensino, aparentemente associadas a diferentes concepções sobre essa ciência. Foram observadas modificações nas estratégias de representação do conteúdo químico, no sentido de conferir realidade cada vez maior aos entes submicroscópicos como átomos e moléculas. Para isso, as representações buscam incorporar cada vez mais detalhes das teorias que as precedem. Empreendendo análise acerca, especificamente, das ilustrações utilizadas na discussão da estrutura de sólidos cristalinos, propõe-se que a teoria semiótica de Charles Sanders Peirce pode auxiliar não só a caracterização das formas de representação em química, mas também das estratégias didáticas empregadas na comunicação de seus conhecimentos e, consequentemente, das concepções de química a elas subjacentes.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;livros didáticos, representações, semiótica</td></tr></table></tr></td></table></body></html>