ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>VIII ENPEC</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>VIII ENPEC</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:927-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b>Oral (Tema Livre)</b><br><table width="100%"><tr><td width="60">927-1</td><td><b>Adolescência, sexualidade e formação docente: reflexão e não-diretividade para construção da autonomia</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td><u>Hylio Laganá Fernandes </u> (UFSCAR - Universidade Federal de São Carlos) ; Cecília Leiko Jojima (UFSCAR - Universidade Federal de São Carlos / UFSCAR - Universidade Federal de São Carlos) ; Jane Cristina Conzatti Santiago (UFSCAR - Universidade Federal de São Carlos / UFSCAR - Universidade Federal de São Carlos / UFSCAR - Universidade Federal de São Carlos) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Este trabalho apresenta como principal foco a formação do professor, foi desenvolvido durante atividades de estágio supervisionado e partiu das experiências vivenciadas por duas licenciandas ao abordarem de maneira não sanitarista temáticas de sexualidade na escola (Ensino Médio/ Fundamental). As reflexões aconteceram em dois níveis: o primeiro situado nas vivências e problematizações com os jovens, tendo por base valores como o respeito e questões como o prazer. Um segundo nível aconteceu com a reflexão dos envolvidos sobre suas próprias formações. A perspectiva adotada pautou-se na não-diretividade, dando total liberdade de ação às licenciandas, porém sempre mantendo diálogos ao longo do processo, o que, acreditamos, favoreceu a construção da autonomia. Os resultados, seja das ações práticas vividas na escola, seja dos desdobramentos e reflexões disso na formação das licenciandas, apresentam-se consistentes e coerentes com a proposta, contribuindo de forma decisiva na formação docente.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;Formação Docente, experiência, sexualidade, autonomia</td></tr></table></tr></td></table></body></html>