ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>VIII ENPEC</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>VIII ENPEC</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:764-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b>Poster (Painel)</b><br><table width="100%"><tr><td width="60">764-1</td><td><b>Educação e divulgação científica: Gênese da bacteriologia nas páginas da Gazeta médica da Bahia (século XIX)</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td><u>Anderson Gonçalves Malaquias </u> (CEFET-RJ - Centro Federal de Educação Tecnológica Celso S. da Fonseca) ; Maria Renilda Nery Barreto (CEFET-RJ - Centro Federal de Educação Tecnológica Celso S. da Fonseca) ; Marco Antonio Barbosa Braga (CEFET-RJ - Centro Federal de Educação Tecnológica Celso S. da Fonseca) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A história do ensino médico no Brasil tem sua gênese no ano de 1808 com a criação das escolas de Cirurgia da Bahia e do Rio de Janeiro, que posteriormente tornaram-se Faculdades de Medicina. Ao findar do século XIX, o saber médico foi impactado pela revolução pasteuriana e a escola baiana concorreu na produção científica nacional, por intermédio principalmente da Escola Tropicalista, uma associação de facultativos que fundara em 1866, um periódico intitulado Gazeta Médica da Bahia. Autores como Benchimol (2000) e Teixeira (2003), têm resgatado as transformações promovidas pela bacteriologia nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo. Porém, existe hoje uma lacuna historiográfica referente à inserção da bacteriologia na Bahia. O presente artigo, como produto preliminar de uma proposta de dissertação de mestrado, pretende analisar os primórdios da bacteriologia na Bahia, mediante análise das publicações da Gazeta Médica da Bahia entre os anos de 1866 a 1890.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;Bacteriologia, Gazeta Médica da Bahia, história da educação médica, imprensa médica, revolução pasteuriana</td></tr></table></tr></td></table></body></html>