ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>VIII ENPEC</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>VIII ENPEC</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:619-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b>Poster (Painel)</b><br><table width="100%"><tr><td width="60">619-1</td><td><b>Argumentação no uso de conceitos científicos: Diferenças nas práticas de professores iniciantes</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td>Ana Paula Souto Silva (FAE-UFMG - Faculdade de Educação UFMG) ; <u>Vanessa Capelle </u> (ICB-UFMG - Instituto de Ciências Biológicas UFMG) ; Danusa Munford (FAE-UFMG - Faculdade de Educação UFMG) ; Natália Ribeiro Almeida (FAE-UFMG - Faculdade de Educação UFMG) ; Diego Oliveira da Silva (FAE-UFMG - Faculdade de Educação UFMG) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Nesse trabalho investigamos como dois professores iniciantes de ciências participam da argumentação em atividades de sala de aula que envolvem o uso de conceitos científicos para descrever o mundo natural. É um estudo de caso orientado pela Etnografia Interacional. Para análise das interações discursivas utilizarmos elementos da teoria Pragma-dialética. A coleta de dados envolveu observação participante durante 4-8 meses nas salas de aula, com registros em notas de campo, em áudio e em vídeo. Os resultados indicam que: i) tarefas envolvendo uso de conceitos científicos para categorizar objetos ou relações influenciam diferentemente a estrutura da argumentação; ii) mesmo que o professor explicite seu ponto de vista, a argumentação pode continuar; iii) ferramentas da Pragma-dialética tornaram visível como participantes interagem em situações argumentativas, e o papel dos professores para sustentar a diferença de opinião e direcionar a resolução a favor do conhecimento científico.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;argumentação, ensino de ciências, formação de professores</td></tr></table></tr></td></table></body></html>