ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>VIII ENPEC</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>VIII ENPEC</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:469-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b>Poster (Painel)</b><br><table width="100%"><tr><td width="60">469-1</td><td><b>O Ensino de Ciências em Escolas de Resistência em Educação: EMEF Amorim Lima e Escola Politeia</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td><u>José Osvaldo Xavier de Souza Filho </u> (USP - Universidade de São Paulo) ; Luís Carlos de Menezes (USP - Universidade de São Paulo) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Este artigo traz reflexões sobre o trabalho que vem sendo realizado em duas escolas de resistência em educação na cidade de São Paulo. Sob o ponto de vista da crítica ao sistema do capital e da resistência, o principal referencial utilizado é H. Giroux (Teoria Crítica e Resistência em Educação) e sua ideia dos espaços escolares como locais de possibilidade de resistência e nascimento de ações transformadoras. Olharemos mais detidamente para a área de ciências naturais no ensino fundamental II e apresentaremos algumas propostas de trabalho das escolas nesta área do conhecimento. Discutiremos como estas escolas estão propondo o trabalho em torno de temas problematizados. Defendemos que uma educação que seja crítica do atual modelo de sociedade que possuímos e prepare para um futuro incerto dadas as rápidas e constantes transformações que estamos observando, deve se pautar pela discussão aberta, entre estudantes e educadores, dos problemas de nossa sociedade.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;Resistência em Educação, Ensino de Ciências, Escolas Democráticas</td></tr></table></tr></td></table></body></html>