ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>VIII ENPEC</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>VIII ENPEC</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:456-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b>Oral (Tema Livre)</b><br><table width="100%"><tr><td width="60">456-1</td><td><b>O ALUNO COM NECESSIDADES ESPECÍFICAS E SUA INCLUSÃO NA ESCOLA: UMA CONTRIBUIÇÃO DA BIOLOGIA</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td><u>Lygia Vuyk de Aquino </u> (CPII - Colégio Pedro II) ; Maria Aparecida Etelvina Ivas Lima (CPII - Colégio Pedro II) ; Denise Maria Mano Pessôa (CPII - Colégio Pedro II / PUC-RIO - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Tendo como orientadora a Lei n°. 9.394/96 que, em seu Art. 4º, parágrafo III, estabelece que haja atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino, os professores dos portadores de necessidades específicas em relação à visão encontram grandes percalços em disciplinas das áreas de ciências naturais, cujo componente visual é um complicador para docentes de escolas que não dispõem de recursos econômicos para aquisição de modelos. Nossa proposta é a produção de material tridimensional com sucata e com materiais de baixo custo, que possam concretizar, em texturas e volumes, os modelos e gráficos característicos destes componentes curriculares, minimizando tanto a dificuldade encontrada pelos docentes na apresentação, quanto a encontrada na apreensão do conhecimento por parte do aluno. Nossa experiência tem se mostrado frutífera, pela dedicação dos docentes na criação, produção e utilização deste material, e do entusiasmo com o qual é recebido pelos alunos.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;modelos 3D, material reciclado, estudantes cegos, educação especial</td></tr></table></tr></td></table></body></html>