ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>VIII ENPEC</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>VIII ENPEC</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:408-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b>Oral (Tema Livre)</b><br><table width="100%"><tr><td width="60">408-1</td><td><b>Limites e Possibilidades da Utilização de Atividades Experimentais como Instrumento Didático em Escolas Públicas do Rio Grande do Norte  Brasil</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td><u>Kelvin Barbosa de Oliveira </u> (IFRN - INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RN) ; Magnólia Fernandes Florêncio de Araujo (UFRN - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE) ; Maria Raimunda Matos Prado (IFRN - INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RN) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Neste trabalho, buscou-se caracterizar escolas federais e estaduais do Rio Grande do Norte - Brasil quanto aos espaços para atividades experimentais (AE) em Biologia e identificar dificuldades apontadas pelos professores para sua realização. A coleta de dados foi realizada através de questionários, entrevistas semi-estruturadas, visitas aos locais pesquisados e registros fotográficos. Foram investigadas vinte instituições de ensino: cinco escolas federais (EF), IFRN - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte e quinze escolas estaduais (EE). Quando comparadas EF e EE constatou-se que as EF apresentam melhores condições físicas para a execução das AE, os professores das EF dispõem de maior tempo para planejar as AE e são mais bem remunerados. Entretanto, essas condições não refletiram maior expressividade no desenvolvimento de AE. Quanto às dificuldades, tanto os professores das EF como das EE apontaram: problemas de infra-estrutura, faltam reagentes, equipamentos e materiais de consumo.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;atividades experimentais, ensino de Biologia, escolas públicas</td></tr></table></tr></td></table></body></html>