ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>VIII ENPEC</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>VIII ENPEC</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:301-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b>Oral (Tema Livre)</b><br><table width="100%"><tr><td width="60">301-1</td><td><b>EXAMINANDO A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE CIÊNCIAS E BIOLOGIA EM PERIÓDICOS NACIONAIS</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td><u>Edinaldo Medeiros Carmo </u> (UESB - Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia) ; Sandra Escovedo Selles (UFF - Universidade Federal Fluminense) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>As reflexões trazidas neste artigo partiram da necessidade de problematizar as relações entre teoria e prática na formação continuada de professores. Nesse sentido, investiga a produção acadêmica publicada em periódicos nacionais nas áreas de Educação e Ensino de Ciências e Matemática correspondente ao período entre 1999 a 2009 com objetivo de identificar as perspectivas teórico-metodológicas adotadas pelas pesquisas para aprofundar a compreensão sobre a formação continuada do professor de Ciências e Biologia. Os resultados revelaram que existe um entendimento heterogêneo de formação continuada que, majoritariamente, remete a ações pontuais (cursos de especialização, atualização, oficinas, palestras, ações extensionistas etc.) apresentadas como um movimento do professor para continuar sua formação e dominar (e muitas vezes atualizar) o saber produzido pela ciência de referência. Em síntese, embora alguns artigos se refiram à epistemologia da prática, a análise evidenciou compreensões distintas e conflitantes desta corrente teórica. Apoio FAPESB; FAPERJ; CNPq</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;Aprendizado profissional docente, Formação continuada de professores, Saberes docentes</td></tr></table></tr></td></table></body></html>