ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>VIII ENPEC</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>VIII ENPEC</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:273-7</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b>Oral (Tema Livre)</b><br><table width="100%"><tr><td width="60">273-7</td><td><b>Ludicidade e Ciência: Produção e Divulgação de Jogos Sobre Ciências em um Espaço de Ensino Não-Formal</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td><u>Rejâne Maria Lira-da-silva </u> (UFBA - Universidade Federal da Bahia) ; Josefa Rosimere Lira-da-silva (UFBA - Universidade Federal da Bahia) ; Yukari Figueroa Mise (UFBA - Universidade Federal da Bahia) ; Jorge Lucio Rodrigues das Dores (UFBA - Universidade Federal da Bahia) ; Bárbara Rosemar Nascimento de Araújo (CEAM - Colégio Estadual Alfredo Magalhães) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>As implicações da necessidade lúdica extrapolaram as demarcações do brincar espontâneo. Nesta pesquisa, objetivamos conceber/produzir/divulgar jogos na área das Ciências Naturais/CN e investigar o caráter lúdico destes jogos na apreensão de conhecimentos, usando a cooperação em um contexto formativo de cidadania. Foi desenvolvida em quatro escolas públicas de Salvador, com 89 estudantes que desenvolveram 43 jogos. Todos os jogos foram divulgados em vários espaços como eventos científicos, praças públicas e em outras instituições de ensino, popularizando o conhecimento de forma lúdica entre adultos e crianças de várias classes sociais. Verificamos o impacto positivo da disponibilização deste recurso na melhoria do ensino de ciências no despertar de vocações científicas. Os resultados mostraram a facilitação do acesso ao conhecimento científico, sobretudo a uma população escolar mais desfavorecida; a facilitação do acesso da população a temas científicos de interesse social e o entendimento, por parte de crianças e adolescentes, da ciência dinâmica.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;Ludicidade, Ensino Não-formal, Educação Científica</td></tr></table></tr></td></table></body></html>