ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>VIII ENPEC</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>VIII ENPEC</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:220-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b>Poster (Painel)</b><br><table width="100%"><tr><td width="60">220-1</td><td><b>EXPERIMENTAÇÃO COMO ESTRATÉGIA PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS: REFLEXÕES SOBRE A FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES A PARTIR DE UM PROJETO NO LABORATÓRIO DE ENSINO</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td>Franco de Salles Porto (UNB/FUP - Universidade de Brasília - Faculdade UnB Planaltina) ; <u>Alessandra Aparecida Viveiro </u> (UNB/FUP - Universidade de Brasília - Faculdade UnB Planaltina) ; Jeane Cristina Gomes Rotta (UNB/FUP - Universidade de Brasília - Faculdade UnB Planaltina) ; Renata Cardoso de Sá Ribeiro Razuck (UNB/FUP - Universidade de Brasília - Faculdade UnB Planaltina) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Um projeto do LAPEC (FUP/UnB) possibilita aos licenciandos trabalhar, junto a estudantes da Educação Básica, a experimentação como estratégia no ensino de Ciências. Investigamos como a experimentação foi explorada na Licenciatura, diferenças das práticas nas disciplinas em relação ao projeto, e as potencialidades e limites da experimentação, como é abordada no LAPEC, nas aulas de Ciências, na óptica dos licenciandos. A análise revelou que as disciplinas trabalham com roteiros prontos para verificação de resultados pré-estabelecidos. Os principais diferenciais no projeto são: discussão das atividades, considerando os conhecimentos prévios dos estudantes; uso de materiais do cotidiano; preocupação com o ambiente. Todos afirmaram ser possível explorar a experimentação de forma semelhante na Educação Básica, mas apontam entraves que se contrapõem às potencialidades indicadas. O trabalho do LAPEC parece contribuir à reflexão crítica sobre a experimentação nas aulas de Ciências, mas não é suficiente, sendo necessário à formação inicial explorar constantemente tais questões.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;experimentação, formação de professores, laboratório de ensino</td></tr></table></tr></td></table></body></html>