ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>VIII ENPEC</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>VIII ENPEC</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:216-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b>Poster (Painel)</b><br><table width="100%"><tr><td width="60">216-1</td><td><b>ANÁLISE DO POTENCIAL EFETIVO DE ENSINO-APRENDIZAGEM DE PIRÂMIDES ALIMENTARES UTILIZADAS NO BRASIL DO PONTO DE VISTA DOS ADOLESCENTES</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td><u>Nayara da Silva Santos </u> (PUC MINAS - Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais) ; <u>Fernanda de Jesus Costa </u> (FHA - Fundação Helena Antipoff / PUC MINAS - Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais) ; Andréa Carla Leite Chaves (PUC MINAS - Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Esta pesquisa teve como objetivo principal compreender o entendimento da pirâmide alimentar pela população adolescente de uma escola pública de Belo Horizonte-MG e comparar o potencial de comunicação da  Pirâmide Alimentar Tradicional (PHILIPPI <i>et al</i>., 1999) e da  Nova Pirâmide Alimentar (Harvard School of Public Health, 2001) utilizadas no Brasil. Investigamos e analisamos as concepções, entendimento e o interesse dos adolescentes participantes da pesquisa pelas duas versões da pirâmide alimentar. A linha metodológica escolhida foi a análise de questionários guiada pela análise de conteúdo (OLIVEIRA <i>et al</i>., 2003). Os resultados da análise evidenciaram que os alunos têm dificuldade para entender e interpretar as imagens das pirâmides e as informações nutricionais por elas transmitidas. Verificou-se que os principais problemas são em relação à quantidade recomendada e aos grupos de alimentos. Estes resultados preliminares mostram que as pirâmides parecem não ser adequadas para a promoção da educação nutricional entre os adolescentes.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;Adolescentes, Educação nutricional, Ensino-aprendizagem, Pirâmide alimentar</td></tr></table></tr></td></table></body></html>