ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>VIII ENPEC</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>VIII ENPEC</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:177-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b>Oral (Tema Livre)</b><br><table width="100%"><tr><td width="60">177-2</td><td><b>LIMIARES DE TOLERÂNCIA À SUJEIRA, DESTILAÇÃO E O ENSINO DAS CIÊNCIAS: UMA PERSPECTIVA HISTÓRICO-CULTURAL</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td><u>Rosiléia Oliveira de Almeida </u> (FACED - UFBA - Faculdade de Educação - Universidade Federal da Bahia) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Tendo por referência a perspectiva histórico-cultural para a busca de entendimento dos padrões de higiene e de sua modificação ao longo do tempo, proposta por Norbert Elias, na obra  O Processo Civilizador , aborda-se o processo contraditório envolvido na incorporação de práticas sanitárias e de higiene em unidades de destilação de cachaça e no discurso sobre essas práticas. Analisa-se o nível de coerência entre narrativas e gestos de produtores e discute-se a necessidade de se considerar os padrões sociais de auto-regulação, no que diz respeito à higiene, ao se ensinar Ciências. O estudo tem por base o entendimento de que o nível de difusão das práticas de higiene está ligado à estrutura das sociedades, embora as práticas sociais, inclusive escolares, condicionem as pessoas a acreditarem que elas decorrem da iniciativa dos próprios indivíduos. Evidencia-se, assim, que a motivação das práticas fundamenta-se muito mais na consideração social do que no conhecimento científico.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;padrões de higiene, processo civilizador, cultura, destilação, ensino de Ciências</td></tr></table></tr></td></table></body></html>