ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>VIII ENPEC</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>VIII ENPEC</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:164-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b>Oral (Tema Livre)</b><br><table width="100%"><tr><td width="60">164-1</td><td><b>Motivação para estudar química: configurações subjetivas de uma estudante do segundo ano do ensino médio</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td><u>Wilton Rabelo Pessoa </u> (UFPA - Universidade Federal do Pará) ; José Moysés Alves (UFPA - Universidade Federal do Pará) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Neste trabalho temos como objetivo investigar processos de produção de sentido subjetivo em aulas de química, focalizando como esses processos constituem a motivação dos estudantes nas aulas. Para isso, selecionamos o caso de uma estudante do segundo ano do ensino médio cuja análise traz importantes indicadores sobre a motivação em aulas de química. Como referencial teórico-metodológico adotamos a perspectiva cognitiva da motivação, a partir dos trabalhos de Pintrich e colaboradores, e a teoria da subjetividade de González Rey. A estudante produz sentidos que revelam recusa e distanciamento na relação com o conhecimento químico. O estudo da química aparece atrelado ao cumprimento de exigências exteriores. Tal orientação não contribuiu para que a estudante produzisse sentidos subjetivos sobre a química que denotassem mobilização pessoal com seu estudo. A relação com o conhecimento químico é central na motivação para estudar química.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;ensino de química, motivação, sentido subjetivo</td></tr></table></tr></td></table></body></html>