ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>VIII ENPEC</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>VIII ENPEC</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:163-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b>Oral (Tema Livre)</b><br><table width="100%"><tr><td width="60">163-2</td><td><b>Linguagem química e produção de conhecimento escolar: limiar entre os conceitos científicos e cotidianos</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td><u>Joana de Jesus de Andrade </u> (FFCLRP-USP - FACULDADE DE FILOSOFIA CIENCIAS E LETRAS DE RIBEIRAO PRETO) ; Otavio Aloisio Maldaner (UNIJUÍ - UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RS) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>No presente trabalho destacamos o estudo da linguagem em funcionamento, explicitando como as inter-relações dialógicas sustentam a elaboração do conhecimento científico escolar. Trata-se de uma pesquisa empírica com base no estudo de materiais vídeo-gravados em uma sala de aula, com uma turma de segundo ano do E. M. na disciplina de química. É transcrito e analisado um episódio interativo em que a professora ensina nomenclatura de ácidos e utiliza/mescla uma metodologia de ensino expositiva e uma dialogada. Com objetivo de entender a construção do conhecimento químico escolar analisamos a construção dos turnos, as ênfases conferidas e o movimento discursivo da professora e dos alunos no intuito de inter-compreensão. Destacamos que ao identificar pontos de ancoragem e significação das palavras, a professora vai definindo e criando nexos conceituais que se tornam fundamentais para a compreensão mútua entre os sujeitos, a aproximação dos diferentes conhecimentos e a construção do conhecimento químico escolar.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;linguagem, conceitos científicos, conhecimento escolar</td></tr></table></tr></td></table></body></html>