ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>VIII ENPEC</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>VIII ENPEC</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:119-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b>Oral (Tema Livre)</b><br><table width="100%"><tr><td width="60">119-1</td><td><b>PERCEPÇÃO DE PROFESSORES DO ENSINO BÁSICO EM RELAÇÃO AS SUAS PRÁTICAS EDUCATIVAS SOBRE LEISHMANIOSES: UM ESTUDO EM DIVINÓPOLIS, MINAS GERAIS</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td><u>Viviane Helena França </u> (CPQRR -FIOCRUZ - Centro de Pesquisa René Rachou - Fundação Oswaldo Cruz) ; Carina Margonari (CPQRR -FIOCRUZ - Centro de Pesquisa René Rachou - Fundação Oswaldo Cruz / FUNEDI - UEMG - Fundação Educacional de Divinópolis - Universidade do Estad) ; Virgínia Torres Schall (CPQRR -FIOCRUZ - Centro de Pesquisa René Rachou - Fundação Oswaldo Cruz) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>As Leishmanioses têm alta prevalência no Brasil. A endemia tem se expandido nos últimos anos. Considerando que o desconhecimento das enfermidades favorece sua disseminação, investigou-se os conhecimentos de professores de ciências e biologia do ensino básico sobre as Leishmanioses. Foram entrevistados 10 docentes, atingindo-se o critério de saturação. Foi empregada a análise de conteúdo. Os resultados demonstraram que os professores atribuem pouca importância às Leishmanioses, abordam o conteúdo junto aos alunos superficialmente e se consideram despreparados para lecionarem-no. Apontaram na região várias situações de risco para as enfermidades e a inexistência de políticas públicas para preveni-las. O contexto da educação em saúde nas escolas dificulta a adoção de ações profiláticas. São discutidas alternativas para trabalhar o tema nas escolas, integrando ensino de ciências e saúde.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;conhecimentos, educação em saúde, Leishmanioses, professores de ciências e biologia</td></tr></table></tr></td></table></body></html>