ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>VIII ENPEC</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>VIII ENPEC</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:86-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b>Poster (Painel)</b><br><table width="100%"><tr><td width="60">86-2</td><td><b>ENSINO DE FÍSICA PARA DEFICIENTES VISUAIS: MÉTODOS E MATERIAIS UTILIZADOS NA MUDANÇA DE REFERENCIAL OBSERVACIONAL</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td>Jhonatha Junio Lopes Costa (UFG - Universidade Federal de Goiás) ; <u>José Rildo de Oliveira Queiroz </u> (UFG - Universidade Federal de Goiás) ; Wagner Wilson Furtado (UFG - Universidade Federal de Goiás) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Essa pesquisa teve como objetivo analisar o aprendizado de conceitos físicos de uma aluna deficiente visual a partir da mudança do referencial observacional visual para um tátil, além de analisar aplicações de metodologias e técnicas que propiciaram essa mudança. O aporte teórico teve contribuições de Camargo, Amaral, Costa, Almeida e Vygotsky, dentre outros. Trabalhamos com uma turma de 1º ano do Ensino Médio de uma escola pública de Goiânia, Goiás, que tinha uma aluna cega. Foram trabalhados materiais e métodos para o ensino de vetores, movimento circular, conservação do momento angular, ondas e cores. Observamos que é necessário entender que o deficiente visual não possui sua capacidade de aprendizado minimizada, sendo possível compreender fenômenos físicos, desde que mude o referencial observacional. Concluímos que a inclusão de pessoas com deficiência nas escolas regulares obriga o professor de física a se capacitar para trabalhar com esses alunos</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;Ensino de Física, Deficiente visual, Métodos de ensino</td></tr></table></tr></td></table></body></html>