ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>VIII ENPEC</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>VIII ENPEC</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:81-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b>Oral (Tema Livre)</b><br><table width="100%"><tr><td width="60">81-1</td><td><b>Educação Alimentar: práticas educativas assumidas no discurso de professoras de ciências</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td><u>Micheline Barbosa da Motta </u> (UFPE - Universidade Federal de Pernambuco) ; Francimar Martins Teixeira (UFPE - Universidade Federal de Pernambuco) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Este artigo tem como foco a Educação Alimentar na escola. Através de entrevista investigamos a(s) prática(s) educativa(s) relativas ao tema, assumida(s) no discurso de professoras de ciências. Observamos que: (i) alimentação é percebida sob perspectiva individual e biológica-nutricional, dissociada dos fatores sócio-econômico-culturais; (ii) o livro didático parece ser a principal referência para preparação das aulas; (iii) mesmo não indicando compreenderem a alimentação como multideterminada, as professoras destacam a necessidade do trabalho integrado para a temática e (iv) a não-realização desse trabalho é justificada pela falta de formação para fazê-lo, pelo extenso conteúdo programático a ser seguido, além da burocratização imposta pela caderneta. Diante da necessidade da abordagem integradora para as questões alimentares, devemos analisar as possibilidades de (re)orientar as ações pedagógicas no sentido de abrir espaço para livre expressão e negociação de significados, podendo o livro didático apresentar sugestões de atividades e questões sócio-científicas polêmicas favorecendo a negociação de sentidos.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;Ensino de Ciências, Educação Alimentar, Abordagem Integradora</td></tr></table></tr></td></table></body></html>