ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>VIII ENPEC</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>VIII ENPEC</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:78-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b>Poster (Painel)</b><br><table width="100%"><tr><td width="60">78-1</td><td><b>DISCUSSÕES DE GÊNERO E SEXUALIDADE POR PROFESSORES DE BIOLOGIA: UMA ANÁLISE DE ARTIGOS PUBLICADOS EM REVISTAS ENQUADRADAS NA ÁREA DE ENSINO DE CIÊNCIAS</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td><u>Suse Mayre Martins Moreira Azevedo </u> (UESB - UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA) ; Marcos Lopes de Souza (UESB - UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Este trabalho procurou verificar por meio de artigos publicados em revistas da área de ensino de ciências o que as pesquisas têm apontado sobre a relação dos professores de ciências e biologia com a temática gênero e sexualidade. O levantamento foi feito em revistas da área de ensino de ciências que tiveram o conceito qualis A e B de acordo com a CAPES, totalizando 20 periódicos. Nestes foram encontrados 15 artigos, os quais foram lidos, analisados e agrupados em quatro categorias. Os principais aspectos evidenciados nas pesquisas foram: os materiais didáticos de ciências ainda contribuem pouco para repensar nas abordagens normativas e essencialistas de gênero e sexualidade, reforça-se a identidade profissional dos educadores de ciências em trabalhar com a temática, além da ausência de investigações discutindo a formação continuada de professores de ciências e biologia, os currículos e práticas educativas desses docentes e as dificuldades em debater essas questões.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;EDUCAÇÃO, GÊNERO, SEXUALIDADE</td></tr></table></tr></td></table></body></html>