O USO DE PROBLEMAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE CIÊNCIAS E BIOLOGIA

Vânia Darlene Rampazzo Bachega Oliveira1
Eliana Guidetti do Nascimento2
Renata Baldo Rodrigues Carvalho3
1UniFil/Ciências Biológicas/vania.oliveira@unifil
2UniFil/Ciências Biológicas/eliana.nascimento@unifil.br
3UniFil/Ciências Biológicas/renata.carvalho@unifil.br

Resumo: Objetivando uma mudança do ensino de ciências e de biologia, o presente trabalho apresenta elementos para a discussão da questão da implementação do uso de uma abordagem metodológica problematizadora, para a formação de professores de Ciências e Biologia. Buscando de um lado a problematização do conteúdo, uma leitura crítica da realidade e de outro, enfocar interações entre as dimensões científica, tecnológica e social, , apresentamos uma proposta para o trabalho com alunos do Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas de um centro universitário , na cidade de Londrina-PR. Entre as principais conclusões, podemos destacar que, os alunos ao trabalharem com essa perspectiva apresentam-se profundamente motivados, realizando as atividades com um grau de envolvimento bastante superior às demais atividades.

Palavras-chave: formação de professores; ciências; problematização

 

O USO DE SITUAÇÕES-PROBLEMA NO ENSINO NOTURNO DE QUÍMICA

Charleide Xisto Vilela1, Edenia Maria Ribeiro do Amaral2
Rejane Martins Novais Barbosa 3
1Professora da Escola Compositor Antônio Maria, charleidexv@yahoo.com.br
2Profressora da UFRPE – DQ e Mestrado em Ensino de Ciências, edsamaral@uol.com.br
3Profressora da UFRPE – Mestrado em Ensino de Ciências, rmnbarbosa@uol.com.br

Resumo: Este artigo apresenta uma pesquisa realizada no ensino noturno de uma escola estadual de Pernambuco, com o objetivo de propor e analisar uma intervenção didática buscando relacionar conceitos químicos com situações cotidianas dos alunos, a partir de uma abordagem contextualizada por meio do uso de situação-problema. Foram envolvidos – alunos na faixa etária de 17 a 37 anos que foram organizados em grupos e desenvolveram diversas atividades em busca de responder à questões relacionadas com o tema sobre bebidas alcoólicas. Os resultados sugerem que a abordagem contextualizada tornou o ensino mais motivador e significativo; que o uso da situação-problema permitiu aos alunos emitirem suas opiniões, passando estes a serem o centro das atenções no processo de ensino-aprendizagem e que a apropriação do conhecimento, pelos alunos, os levaram a uma visão mais crítica sobre o tema. 

Palavras-chave: Situação-problema, contextualização e ensino noturno.

 

O USO DE UM TEXTO PARADIDÁTICO EM AULAS DE FÍSICA ENVOLVENDO A TERCEIRA LEI DE NEWTON

Alice Assis1
Odete Pacubi Baierl Teixeira2
1UNESP/Departamento de Física e Química/alice@feg.unesp.br
2UNESP/Departamento de Física e Química/opbt@feg.unesp.br

Resumo:Este trabalho analisa a interação entre professor e alunos mediante a utilização do texto paradidático intitulado “Nosso Universo” em aulas de Física, em uma sala de Educação de Jovens e Adultos. Neste trabalho é enfocado um episódio de ensino em que é trabalhada a terceira lei de Newton. Para a análise, foram elaboradas categorias referentes às argumentações discentes e docente, a fim de verificarmos a ocorrência de aprendizagem significativa crítica, por parte dos alunos, acerca da referida lei. Os resultados envolvendo o tripé professor/aluno/texto apontam que as interações discursivas propiciaram contextos de aprendizagem significativa crítica por parte dos estudantes.

Palavras-chave: Leitura, ensino de Física, argumentações discentes e docente, aprendizagem significativa crítica.

 

O USO DO APARELHO FONADOR PARA O ENSINO DE ONDAS SONORAS

Cláudia Santos do Nascimento1, Shirley Takeco Gobara2
1UFMS/DFI/cfisicaufms@yahoo.com.br
2UFMS/DFI/gobara@dfi.ufms.br

Resumo: Este trabalho apresenta os resultados obtidos na realização de uma atividade proposta para alunos de oitava série do ensino fundamental, com o objetivo de levá-los a construir um modelo mental que descreva a produção do som pelo aparelho fonador. Os alunos manipularam alguns objetos simples que emitem som, observaram seu próprio corpo no momento em que falavam e foi solicitado que explicassem sobre como se dava o processo de emissão de som em cada situação proposta na atividade. Analisando as respostas, verificamos que as terminologias utilizadas por eles são decorrentes de uma noção intuitiva do fenômeno ondulatório e sonoro. Alguns modelos explicativos sugeridos nas respostas dos alunos são descritos neste artigo. Com base nestes levantamentos, estamos propondo uma atividade com esses materiais, para ser aplicada em sala de aula visando a promoção da aprendizagem significativa e a compreensão da produção da voz pelos alunos.

Palavras-chave: som, ondas sonoras, voz, aprendizagem.

 

O USO DO LIVRO DIDÁTICO DE FÍSICA: ESTUDO SOBRE A RELAÇÃO DOS PROFESSORES COM AS ORIENTAÇÕES METODOLÓGICAS

Tânia Maria F. Braga Garcia1, Nilson Marcos Dias Garcia2
Luiz Eduardo Pivovar3
1UFPR/DTPEN E PPGE, bolsista CNPq  – [taniabraga@terra.com.br]
2UTFPR/PPGTE e DAFIS e UFPR/PPGE – [nilson@utfpr.edu.br]
3UFPR/Licenciatura em Física (PIBIC) – [edu03_2@hotmail.com]

Resumo: Apresenta resultados parciais de investigação que tem como objetivo analisar as relações que os professores estabelecem com o livro didático, aqui entendido como um recurso relevante nas aulas da escola pública fundamental e média.  A investigação, de caráter qualitativo, utiliza  instrumental da etnografia – observação participante, entrevistas e questionários e análise documental e busca: a) analisar as formas pelas quais os professores se apropriam dos manuais didáticos para a produção de suas aulas; b) explicar as formas que o conhecimento escolar assume a partir da produção de conhecimento feita pelos professores em suas aulas, utilizando o manual escolar; c) compreender o significado atribuído pelos professores às orientações didático-metodológicas apresentadas pelos autores no livro didático. Apresentam-se resultados de estudo piloto em que se analisam elementos da relação dos professores com as orientações metodológicas presente nos manuais, e que atualmente são exigidas nos  programas federais de distribuição de livros.

Palavras-chave: Didática, manuais didáticos, formação de professores de Física.

 

O USO DO VÊ DE GOWIN NA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES PARA O TRABALHO COM CIÊNCIAS NAS SÉRIES INICIAIS

Eliana Guidetti do Nascimento1
Irinéa de Lourdes Batista2
1UEL/ Mestrado Ensino de Ciências/eliana.nascimento@unifil.br
2UEL/Departamento de Física/irinea@uel.br

Resumo: O ensino de Ciências nas séries iniciais do Ensino Fundamental é de suma importância. Porém, as pesquisas demonstram sérios erros conceituais nos conteúdos científicos, envolvidos no processo de ensino e de aprendizagem dessas séries. Nossa pesquisa apresenta a investigação de uma proposta para a formação de professores das séries iniciais para o trabalho com a disciplina de ciências, usando como exemplar o conteúdo de Astronomia. Ela foi realizada com alunos concluintes do curso de Pedagogia, de um Centro Universitário, Londrina –PR. O trabalho tem como eixos norteadores, as atividades experimentais e a estruturação (execução, registro e análise) dessas atividades por meio do Vê epistemológico de Gowin. Nossos resultados demonstram a pertinência e adequação dos eixos pesquisados para os saberes docentes a serem aplicados nas primeiras séries.

Palavras chave: séries iniciais; Astronomia; Vê de Gowin.

 

O USO DOS CONCEITOS DE ELEMENTO E SUBSTÂNCIA POR ESTUDANTES DA 7ª SÉRIE DO ENSINO FUNDAMENTAL NUMA PERSPECTIVA DE ANÁLISE SÓCIO - CULTURAL

Nilma Soares da Silva1
Orlando Gomes de Aguiar Junior2
1Universidade Federal de Minas Gerais/Faculdade de Educação, nilmasoares@yahoo.com.br
2Universidade Federal de Minas Gerais/Faculdade de Educação, orlando@fae.ufmg.br

Resumo: Esse artigo apresenta uma discussão sobre o uso dos conceitos de elemento e substância por estudantes de 7ª série do nível fundamental de uma escola da rede particular de ensino. Serão comparadas duas aulas de uma seqüência de ensino gravadas em vídeo. A importância desta pesquisa se dá mediante a constatação do uso indiscriminado dos conceitos de elemento e substância pelos estudantes. Como conceitos estruturadores do pensamento químico, elemento e substância são de difícil definição a nível elementar, pois qualquer tentativa em definir tais conceitos é carregada de uma teoria que compartilha a compreensão de significados abstratos. Por outro lado, esses significados são essenciais para falar sobre o mundo de materiais e são iniciadores para os estudantes nos modos de pensar da química. Apoiamo-nos em Vygotsky e Bakhtin e examinamos esse processo de construção e uso de conceitos enquanto produção mediada de sentidos.

Palavras-chave: uso de conceitos – teoria sócio cultural – ensino de química

 

Objetos e Ambientes Virtuais de Aprendizagem: Um estudo de caso para o Estágio Supervisionado de Docência

Márcio Eugen Klingenschmid Lopes dos Santos -autor principal1
Luiz Henrique Amaral -orientador2
1UNICSUL/Mestrando/marcioeugen@gmail.com
2 UNICSUL/Pós Graduação/Luiz.amaral@unicsul.br

Resumo: O presente trabalho apresenta a experiência do desenvolvimento e da avaliação de uma proposta de um curso semipresencial de Fundamentos de Matemática no ensino superior, utilizando-se de estudos sobre erros recorrentes em matemática bem como da utilização de objetos e ambientes virtuais de aprendizagem como estratégia de ensino. Neste trabalho avaliamos o estágio supervisionado de docência, obrigatório em vários programas de  pós-graduação recomendados pela CAPES, como uma contribuição efetiva na redução do nível de dependência e de evasão  para graduandos das áreas de exatas e tecnológicas.

Palavras-chave: Objetos de aprendizagem, Erros, AVA e Níveis de conhecimento

 

OBJETOS E AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM: UM ESTUDO DE CASO PARA O ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE DOCÊNCIA

Márcio Eugen Klingenschmid Lopes dos Santos -autor principal1
Luiz Henrique Amaral -orientador2
1UNICSUL/Mestrando/marcioeugen@gmail.com
2 UNICSUL/Pós Graduação/Luiz.amaral@unicsul.br

Resumo: O presente trabalho apresenta a experiência do desenvolvimento e da avaliação de uma proposta de um curso semipresencial de Fundamentos de Matemática no ensino superior, utilizando-se de estudos sobre erros recorrentes em matemática bem como da utilização de objetos e ambientes virtuais de aprendizagem como estratégia de ensino. Neste trabalho avaliamos o estágio supervisionado de docência, obrigatório em vários programas de  pós-graduação recomendados pela CAPES, como uma contribuição efetiva na redução do nível de dependência e de evasão  para graduandos das áreas de exatas e tecnológicas.

Palavras-chave: Objetos de aprendizagem, Erros, AVA e Níveis de conhecimento