O USO DA DIFERENCIAÇÃO PROGRESSIVA E INTEGRAÇÃO RECONCILIATIVA PARA A ELABORAÇÃO DE MAPAS CONCEITUAIS REFERENTE AO TEMA MATÉRIA: UM ESTUDO INICIAL DA TEORIA DE AUSUBEL
Ariane Baffa Lourenço1, Antonio Carlos Hernandes2, Gláucia Grüninger Gomes Costa 3 Dácio Rodney Hartwig 4
1Universidade Federal de São Carlos/Centro de Educação e Ciências Humanas/ Departamento de Metodologia de Ensino, e-mail: ariane@if.sc.usp.br
2Universidade de São Paulo/Instituto de Física de São Carlos, e-mail: hernandes@if.sc.usp.br
3 E.E. Prof. José Juliano Neto- São Carlos/ Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, e-mail: profafisica@yahoo.com.br
4Universidade Federal de São Carlos/Centro de Educação e Ciências Humanas/ Departamento de Metodologia de Ensino, e-mail: hartwig@power.ufscar.br
Resumo: Este trabalho de pesquisa apresenta uma análise de como e em que extensão o uso da diferenciação progressiva e integração reconciliativa segundo a teoria de Ausubel contribui para a elaboração adequada de mapas conceituais referente ao tema Matéria e qual a percepção dos alunos sobre os mapas conceituais. Para isso foi ministrado um curso utilizando mapas conceituais e um material instrucional textual elaborado com base no princípio da diferenciação progressiva e reconciliação integrativa. Os dados foram obtidos pelos mapas conceituais confeccionados pelos alunos em quatro etapas distintas e um questionário aplicado ao final do curso. A análise dos resultados mostrou: uma boa receptividade na utilização dos mapas; que a elaboração de materiais instrucionais com uma abordagem ausebeliana, facilita a organização do conhecimento de forma hierárquica favorecendo a construção de mapas com estrutura bidimensional, diferenciados progressivamente e inter-relacionados; e que o uso dos mapas auxiliam os alunos no processo de aprendizagem.
Palavras-chave: Mapas conceituais e Aprendizagem Significativa.
O USO DA IMAGINAÇÃO EM ATIVIDADES DE ENSINO
Ivã Gurgel 1, Maurício Pietrocola 2
Faculdade de Educação-USP; Faculdades Oswaldo Cruz
Faculdade de Educação-USP.
Resumo:
Este trabalho tem como objetivo discutir o papel da imaginação científica no ensino de física. Para isso, partimos de uma reflexão epistemológica com o intuito de caracterizar o processo imaginativo na atividade científica para, em um segundo momento, estudar sua relevância em atividades de sala de aula.
Palavras-chave: Imaginação, Atividades de Sala de Aula.
O USO DA INTERNET NO ENSINO DA GRAVITAÇÃO UNIVERSAL
Alysson Ramos Artusoa , Nilson Marcos Dias Garciab ,Glaucia da Silva Britoc
a Programa de Pós Graduação em Educação – UFPR; Departamento de Física – UNIFae, alysson.artuso@gmail.com
b Departamento de Física; Programa de Pós Graduação em Tecnologia – UTFPR; Programa de Pós Graduação em Educação – UFPR, nilson@utfpr.edu.br
c Departamento de Comunicação; Programa de Pós Graduação em Educação – UFPR, glaucia@ufpr.br
Resumo: Este trabalho analisa as possibilidades do uso da Internet, especialmente a ferramenta de hipermídia, incluindo o uso de simulações, em busca de uma aprendizagem significativa. Essa investigação é conseqüência de uma dissertação concluída em 2006 na Universidade Federal do Paraná (UFPR), em cujo trabalho de campo foi investigado o uso de sites da Internet no processo de ensino-aprendizagem dos conceitos físicos de Gravitação Universal com alunos da primeira série do Ensino Médio regular de Curitiba. O objetivo foi o de compreender as possibilidades que a hipermídia pode oferecer na mudança da estrutura cognitiva (subsunçores) dos estudantes, usando como referencial a Teoria da Aprendizagem Significativa de David Ausubel. Para isso desenvolveu-se uma pesquisa com quatro alunos voluntários da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), entre novembro e dezembro de 2005. Tal procedimento durou vinte dias e indicou que o uso da Internet pode modificar subsunçores, contribuindo para uma aprendizagem significativa.
Palavras-chave: Hipermídia, Aprendizagem Significativa, Gravitação Universal.
O USO DA TAXONOMIA SOLO COMO FERRAMENTA METODOLÓGICA
NA PESQUISA EDUCACIONAL
Amanda Amantes1 ,Oto Borges2
1 Universidade Federal de Minas Gerais / Faculdade de Educação
amandaamantes@pop.com.br
2 Universidade Federal de Minas Gerais /Faculdade de Educação / Colégio Técnico
oto@coltec.ufmg.br
Resumo: Nesse artigo expomos uma teoria neo-piagetiana, denominada Structure of Observing Learning Outcome, elaborada pelos autores BIGGS e COLLIS. Nosso propósito é ressaltar as características da Teoria que nos permitem utilizá-la como ferramenta metodológica em pesquisas educacionais. Relatamos pesquisas que utilizam a Taxonomia proposta pelos autores e explicitamos como tal ferramenta foi utilizada em nossa pesquisa.
Palavras-chave: Taxonomia SOLO, aprendizagem, desenvolvimento cognitivo
O DISCURSO AMBIENTALISTA E A EDUCAÇÃO: RELAÇÕES COM O ENSINO DAS CIÊNCIAS DA NATUREZA.
Luiz Marcelo de Carvalho1.
1UNESP/Departamento de Educação/Instituto de Biociências-Rio Claro/lmarcelo@rc.unesp.br
Resumo: Neste artigo, procuro identificar alguns aspectos que em diferentes etapas de sua constituição podem ser entendidas como centrais na construção de um ideário que orientou não apenas a produção de um discurso e práticas político-ideológicos de maneira geral, como a produção de um discurso e prática acadêmico-científicos e pedagógicos, em particular. Procuro assim, considerando esses diferentes aspectos, apontar aqueles que me parecem significativos para o campo do discurso e das práticas em educação ambiental. A partir desse exercício, concluo, apontando possíveis caminhos para um diálogo mais produtivo entre diferentes abordagens que têm sido exploradas no campo da produção da pesquisa e de práticas pedagógicas relacionadas ora mais diretamente com o campo do ensino das ciências da natureza ora com o campo educação ambiental.
Palavras-chave: educação ambiental, ensino das ciências da natureza, práticas pedagógicas.
O USO DE ANALOGIAS EM UM LIVRO DIDÁTICO
DESTINADO AO ENSINO DE QUÍMICA DE GRAU MÉDIO
Simone da Rosa1, Naida L. Pimentel2, Eduardo A. Terrazzan3
1UFSM/CE/Núcleo de Educação em Ciências <simone.darosa@gmail.com>
2UFSM/CE/Núcleo de Educação em Ciências <naidalp@terra.com.br>
3UFSM/CE/Núcleo de Educação em Ciências <eduterra@ce.ufsm.br>
Resumo:Neste trabalho, apresentamos e discutimos resultados obtidos em nossos estudos acerca do uso de analogias em um dos livros didáticos de Química recomendados pelo Programa Nacional do Livro Didático para o Ensino Médio, tendo como objetivo analisar o potencial didático das respectivas apresentações. Identificamos 16 analogias, cujas apresentações foram classificadas segundo Curtis e Reigeluth (1984) e analisadas quanto a contemplarem os passos do Modelo Teaching-With-Analogies (Glynn, 1991; Harrison & Treagust, 1993). Em quase todas as AA são utilizados análogos familiares aos estudantes, porém o estabelecimento de similaridades entre alvo e análogo e dos limites de validade da analogia não foram contemplados em 50% (mais 43,8% contemplados parcialmente) e 87,5% dos casos, respectivamente, permitindo-nos afirmar que o livro analisado não satisfaz dois dos três passos considerados essenciais para a utilização de analogias no ensino. Portanto, quase todas as apresentações evidenciam baixo potencial didático. Sugerimos, assim, que sejam revisadas e reestruturadas.
Palavras-chave: analogias no ensino, ensino de química, livro didático.
O USO DE ARTIGOS CIENTÍFICOS COMO FERRAMENTA PARA A ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA
Simara Gheno1
Juliana da Silva2
1ULBRA/PPGECIM/simaragheno@gmail.com
2ULBRA/PPGECIM/juliana.silva@ulbra.br
Resumo: O ensino de Ciências para a vida se constrói de forma contextualizada e articulada com outras áreas de ensino. Para tanto, é necessário levar ao aluno informações atualizadas sobre ciência e tecnologia. A utilização de artigos científicos para a construção de uma estratégia didática orientada na perspectiva da educação CTS pode contemplar estas possibilidades. O objetivo deste trabalho foi o de verificar com os alunos de ensino médio, se o uso dos artigos científicos em sala de aula melhora o entendimento destes em relação ao tema transgênicos. Foram utilizadas três turmas: (a) turma que utilizou o artigo científico; (b) turma que utilizou o artigo científico reformulado; (c) turma controle. As turmas possuíam em média 30 alunos, entre 14 e 16 anos. Ao final observou-se que as turmas que utilizaram tanto o artigo original, como o reformulado, apresentaram um refinamento de respostas superior ao da turma que não utilizou artigos.
Palavras-Chaves: CTS, Artigos científicos, alfabetização científica.
O USO DE MAPAS CONCEITUAIS COM CRIANÇAS: INSTRUMENTO PARA APRENDIZAGEM DE CIÊNCIAS
Márcio Roberto Machado da Silva1
Marlise Geller2
1Universidade Luterana do Brasil/ PPGECIM – Mestrado em Ensino de Ciências e Matemática, marcioms@ulbra.br
2Universidade Luterana do Brasil/PPGECIM – Mestrado em Ensino de Ciências e Matemática, m.geller@terra.com.br
Resumo: Este trabalho apresenta uma investigação acerca do uso de mapas conceituais com crianças não alfabetizadas como instrumento organizador da aprendizagem, na área de ciências, envolvendo as professoras e os alunos do Jardim A da Escola Francesca Zacaro Faraco – Creche da UFRGS. O artigo aborda também situações como a articulação de um mapa conceitual convencional para um mapa representado através de figuras e sons, a construção destes mapas pelos alunos e a compilação dos mapas dos alunos pelo professor. Para isso, foi realizado um trabalho com os professores visando à familiarização dos mesmos com o uso dos mapas conceituais, e uma pesquisa de campo que resultou em uma proposta de uso de mapas conceituais com crianças não alfabetizadas.
Palavras-chave: Mapas conceituais ilustrados; Educação infantil; Ensino de ciências
O USO DE MAPAS CONCEITUAIS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL EM ESCOLAS MUNICIPAIS EM BOA VISTA-RR
Sandra Moraes da Silva Cardozo
Co-autor: Edson Roberto Oaigen
RESUMO: Esta pesquisa foi realizada com professores e alunos dos anos iniciais do Ensino Fundamental em escola municipais de Boa Vista-RR, no período de fevereiro a julho de 2005. Usou-se Mapas Conceituais como uma das ferramentas facilitadoras da Aprendizagem da Aprendizagem Significativa para desenvolver a potencialidade cognitiva do aluno e professores na construção de conceitos no Ensino de Ciências de forma criativa, coletiva e valorizando os princípios da Teoria Cognitivista de Ausubel. Refletiu-se também o uso de Mapas Conceituais no Ensino de Ciências para efetivar uma avaliação mais coerente com a proposta de Aprendizagem Significativa.
Palavras-chaves: Aprendizagem Significativa, Mapas Conceituais e Ensino de Ciências